Semiótica da mercadoria: para uma introdução à economia política do signo

Semiótica da mercadoria: para uma introdução à economia política do signo

Este texto propõe uma interpretação semiótica para a trindade valor/valor de troca/valor de uso, que define a mercadoria segundo Karl Marx. Por meio de uma leitura de O capital e de seus rascunhos, tentamos mostrar que os conceitos básicos de Marx podem ser associados ao conceito de signo por Peirce e ao de trabalho semiótico, ou linguístico, conforme Umberto Eco e Rossi-Landi. Esta abordagem pode ajudar a esclarecer a natureza do trabalho efetuado na relação de espectadores e internautas com os meios eletrônicos de comunicação.

English: This text suggests a semiotic interpretation to the value/exchange value/use value trinity with which Karl Marx defines commodity. Reading Capital and its Marx’s drafts, the text tries to demonstrate that those basic Marxian concepts can be associated to Peirce’s concept of sign and also to the semiotic or linguistic work concept by Umberto Eco and Rossi-Landi. This approach can help to clarify the nature of the work carried on by TV viewers or net users in their activities with electronic communication means.

Internet: praças de mercado sob controle do capital financeiro

Internet: praças de mercado sob controle do capital financeiro

Comunicação apresentada no XL Congresso da Intercom. Apresenta o conceito de plataformas de mercado ou praças de mercado, a exemplo do Google e Facebook, e mostra como estão associadas ao capital financeiro. Sugere a necessidade de regular a Internet, considerando sua realidade econômica e política.
O arquivo aqui apresentado é uma versão ligeiramente corrigida do original publicado nos Anais do Encontro (http://portalintercom.org.br/anais/nacional2017/resumos/R12-2710-1.pdf)

A internet realmente existente: entre o capital financeiro e a regulação

A internet realmente existente: entre o capital financeiro e a regulação

Intervenção em painel no X Congresso da ULEPICC (Quito, 14/07/2017), discutindo a oligopolização da internet por grandes plataformas de negócios (Google, Amazon, Facebook, Apple etc.), controladas, por sua vez, pelo capital financeiro. Daí, propõe-se a necessidade de a internet vir a ser publicamente regulada.